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segunda-feira, 18 de agosto de 2014 Jornalismo astrológico | 12:02

A morte não está no mapa…

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eduardo e marina

Foi num momento astrológico contraditório que Eduardo Campos sofreu o acidente. Os trânsitos marcavam um momento importantíssimo da sua vida, mas nenhum deles pode ser responsabilizado por sua morte

 

Prever o momento da morte é um sonho recorrente no meio astrológico. Afinal, se o mapa astral é o registro do momento do nascimento, seria natural que se pudesse prever o momento da morte. Muitos astrólogos tentaram e ainda tentam fazer isso, mas, que eu saiba, só Nostradamus, que mais do que astrólogo era um vidente, conseguiu essa façanha.

Desde o dia do acidente que matou Eduardo Campos e mais seis companheiros na campanha para a presidência da república começou a circular entre o povo que gosta ou trabalha com astrologia a ideia de que o acidente teria sido consequência da tensão da conjunção entre Marte e Saturno no signo de Escorpião com o Sol em Leão do então candidato.

A ideia ainda é reforçada pelo fato de Saturno, o planeta que muitos chamam de “senhor do carma”, estar no mesmo lugar que ocupava na ocasião da eleição indireta que elegeu Tancredo Neves, avô de um dos candidatos na eleição de agora, que morreu antes de tomar posse.

Um momento importante para a democracia brasileira que, depois de 20 anos de ausência, renascia e começava a engatinhar.

DAS MAIS MALÉFICAS CONFIGURAÇÕES DO CÉU

É verdade que a conjunção que tensionava o Sol de Eduardo Campos é considerada uma das mais maléficas configurações do céu. Marte e Saturno estavam ativando uma desarmonia que sempre existiu no mapa de Eduardo:  a quadratura entre Netuno em Escorpião e o Sol em Leão, uma configuração que representa um conflito entre o ego exacerbado dos leoninos e o desejo de “não ser” , que é típico da influência de Netuno.

Esta configuração era um aviso de que durante toda a vida Eduardo teria que enfrentar sucessivas crises de identidade. Momentos em que tentaria se afirmar como um homem de identidade própria, sem renegar, mas não se deixando anular pela figura muito forte do avô Miguel Arraes, que se tornou quase uma lenda para o povo de Pernambuco.

O retorno de Saturno ao signo de Escorpião com certeza ativou esse tipo de crise, mas teve o seu efeito suavizado pela presença do Sol, de Júpiter e de Vênus, os planetas benéficos do céu, no signo de Leão. Essa união de planetas benéficos ofereceu uma autoconfiança muito forte, talvez até exagerada, no destino que o tinha levado até aí e poderia levá-lo ainda mais longe.

Foi nesse momento contraditório que aconteceu o acidente. Eduardo Campos estava sob a influência de trânsitos astrológicos que marcavam um momento importantíssimo da sua vida, mas nenhum deles pode ser responsabilizado pela sua morte.

Se isso fosse verdade, estaríamos assistindo a um verdadeiro massacre de leoninos de 49 anos de idade.

Leoninos só não. A conjunção entre Saturno e Marte está impactando os nascidos em todos os signos fixos que são Touro, Escorpião, Leão e Aquário.

O simbolismo da foice de Saturno e da espada de Marte com certeza nos obriga a refletir sobre a grande questão existencial que é característica da natureza humana.  Mas não determina a hora da morte.

Se fosse assim, o acidente deveria ter levado também uma aquariana que nasceu com o Sol em oposição quase exata ao Sol de Eduardo Campos e que, por isso, está sentindo os efeitos da mesma conjunção maléfica : Marina Silva.

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terça-feira, 5 de agosto de 2014 Jornalismo astrológico | 19:41

O conflito Israel-Palestina pelo ângulo dos astros: eles são opostos e complementares

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ben gurion

David Ben-Gurion, Ministro da Defesa de Israel (1948-1953) e primeiro ministro de Israel de 1955 a 1963

Em 1947, numa assembleia da ONU presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha, foi deliberada a divisão da Palestina em dois Estados, o Estado Judeu e o Estado Árabe. Em 14 de maio de 1948, os judeus, liderados por David Ben Gurion, fundaram oficialmente o Estado de Israel.
Nesse dia, o Sol estava no vigésimo terceiro grau do signo de Touro, um signo ligado ao elemento terra cuja energia se afirma através da manifestação concreta daquilo a que dá valor. De todas essas formas de manifestação, a mais evidente e emblemática é a posse da terra. E Israel já nasceu lutando para preservar e expandir o território que lhe tinha sido reservado.

ENERGIA GUERREIRA AFETA OS NASCIDOS EM 1948, MAIS AINDA OS TAURINOS

Esse conservador Sol em Touro fazia um ângulo de 90 graus com uma explosiva configuração celeste: uma conjunção entre Marte, Saturno e Plutão no signo de Leão. No dia da fundação do Estado de Israel, esta conjunção ainda estava sendo reforçada pela Lua, o grande significador da terra natal.
A tensão entre o Sol, Plutão e Marte anuncia uma quantidade brutal de energia guerreira fortemente represada por Saturno. Uma verdadeira bomba-relógio que é responsável pelas explosões de temperamento que atrapalham a vida de muitos taurinos que nasceram em 1948.
O núcleo de tensão também existe nos que nasceram em outras épocas desse ano, mas não aparece tão claramente como quando quebra a índole aparentemente pacífica dos taurinos.

SONHAM COM A PAZ, MAS NÃO SUPORTAM TER SEUS DESEJOS DESAFIADOS

Regidos pela sensual Vênus de terra, eles realmente sonham com a paz e com a vida produtiva dos agricultores, mas, por causa da tensão com Marte, Saturno e Plutão, se sentem constantemente ameaçados e não suportam ter seus desejos e pretensões desafiados.
Esta natureza quase imperial é ainda apoiada por Júpiter no signo onde ele está mais forte: Sagitário. É Júpiter que soma ao sentimento de posse o desejo, nunca verdadeiramente apaziguado, de expansão. Como Júpiter é um planeta benéfico, Israel se acostumou a ganhar as guerras e a atrair a ajuda de parceiros poderosos.
Mas o Estado árabe prenunciado pela ONU em 1947 não foi estabelecido e os palestinos lutam até hoje para ter o seu território.

A famosa “crise dos 40 anos” do Estado de Israel se materializou na Declaração de Independência Palestina proclamada por Yasser Arafat em 15 de novembro de 1988. Nesse dia, a Organização para Libertação da Palestina não exercia controle sobre qualquer território e esta declaração de independência foi interpretada como um gesto simbólico.

Yasser Arafat

Yasser Arafat, líder da Organização pela Libertação da Palestina de 1969 até sua morte, em 2004, discursou na ONU em 1988 e disse que Palestina e Israel poderiam viver em paz

CAPACIDADE DE RESISTÊNCIA E REGENERAÇÃO

Lidar com os símbolos é uma das características do signo de Escorpião, onde estava o Sol. No vigésimo terceiro grau em oposição exata ao Sol do Estado de Israel.
No caso da Palestina, a energia de Escorpião, que é guerreira e comprometida com as transformações, é muito forte devido ao mais poderoso Plutão que qualquer um de nós já conheceu. O deus da morte e do renascimento só passa pelo seu próprio signo aproximadamente a cada 300 anos. É daí que vem a capacidade de resistência e de regeneração do povo palestino.
Signos complementares, Touro e Escorpião representam a oposição entre o mundo manifestado e o não manifestado. Entre a preservação e transformação. Entre o cuidado e a destruição.

RECRIAÇÃO DO PRINCIPAL TEMA DO BUDISMO: PERMANÊNCIA E IMPERMANÊNCIA

Por incrível que possa parecer, o enfrentamento entre Israel e o povo palestino recria o que talvez seja o tema mais importante do budismo. A questão da permanência e da impermanência das coisas. Diz a tradição que Buda nasceu, se iluminou e morreu numa Lua Cheia em que o Sol estava em Touro e a Lua em Escorpião.

Neste momento, a guerra entre esses inimigos fraternos parece mais forte e mais cruel do que todas as outras porque está sendo travada sob a sombra de Saturno, o senhor do carma.
Há quase dois anos ele está no signo de Escorpião, aumentando a tensão que já existia nessa área. Em novembro desse ano ele atinge o fatídico grau 23 onde estão os sóis dos dois mapas. Até lá, é difícil esperar uma mudança profunda nesse cenário de guerra.Quem sabe no ano que vem, com Saturno em Sagitário, seja possível compreender e aceitar a ideia de que todas as coisas são impermanentes e avançar um pouco na direção de uma paz verdadeira.

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sexta-feira, 1 de agosto de 2014 Jornalismo astrológico | 22:57

Agosto, o mes em que vamos ter que escolher entre o passado e o futuro

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A palavra-chave para passar bem pelo mês de agosto é “ajuste”.

O mês começa cintilante, com o Sol poderoso no seu próprio signo, acompanhado por Júpiter, o mais benéfico de todos os planetas, que também está muito bem colocado no signo de Leão. Esse encontro, que conta com a participação de Mercúrio, distribui uma enorme dose de confiança que tanto pode levar a grandes conquistas como a aventuras desastrosas.

Os problemas que podem surgir são consequências de uma desarmonia entre Saturno, o deus do tempo, da razão e da cautela, e Urano, o deus libertário, que abre as portas para tudo o que é novo e que está presente em todos os processos revolucionários.

Esses dois planetas estão posicionados de tal forma que cada vez que outro planeta se harmoniza com um deles se desarmoniza com o outro.

Durante todo o mês, vamos ser chamados a decidir se apostamos em caminhos que apontam para o futuro ou se preferimos trilhas muito conhecidas que já foram testadas por experiências anteriores e que nos remetem ao passado.

O primeiro embate entre o velho e o novo acontece logo no começo do mês e atinge Vênus, a senhora do amor e da imaginação. Do já naturalmente nostálgico signo de Câncer, ela faz uma parceria com Saturno e rejeita a modernidade de Urano. Tudo isso enquanto sustenta a oposição com Plutão que, já há algum tempo, está pondo uma lente de aumento em todos os problemas que podem complicar uma relação, tanto pessoal como profissional.

Durante a primeira semana do mês, será necessário ajustar o excesso de expectativas que está sendo gerado pelos planetas em Leão com o clima impaciente e defendido da Vênus em Câncer.

Não dá nem para dizer que é preciso conversar muito porque Mercúrio, o senhor das comunicações, vai estar em conjunção com Júpiter e em quadratura com Marte. Com essa configuração, a coisa mais fácil do mundo é subir o tom de voz e recobrir de agressividade o que deveria ser apenas um questionamento normal.

Mas a desarmonia não aparece somente na relação entre Urano e Saturno. O Sol e Plutão também estão em signos profundamente incompatíveis.

As disputas de poder, inevitáveis durante um período eleitoral, serão caracterizadas pelo enfrentamento entre o espírito egoísta e vaidoso do signo de Leão e a seriedade que exige competência do signo de Capricórnio. No meio disso ainda se infiltra a tensão entre Mercúrio e Netuno, que costuma gerar discursos atrapalhados, promessas irresponsáveis e gafes de todos os tipos.

No dia 7, as coisas melhoram bastante graças à coragem inspirada de Marte em Escorpião em harmonia com Netuno em Peixes. Uma mistura perfeita entre força e delicadeza. Um tempo cheio de dúvidas que só podem ser superadas por quem souber agir com o coração.

Mais adiante, no dia 12, os amores e todos os tipos de relacionamento mudam de qualidade. Aquela tímida e atrapalhada Vênus de Câncer foge da tensão entre Saturno e Urano para cair no meio de outra confusão. Ela ganha o brilho e a audácia do signo de Leão, mas fará companhia para Mercúrio e para o Sol, que continuam se desentendendo com Plutão. A deusa do amor vai dar um toque de glamour às disputas de poder.

No dia 15, pelo menos os discursos vão ficar mais compreensíveis. Mercúrio entra em um dos signos que ele mesmo rege, Virgem, e gera uma crítica precisa e afiada a todas as propostas excessivamente idealizadas que vêm de Netuno em Peixes.

Dia 17, Vênus se encontra com Júpiter e patrocina um dia cheio de alegria e de entusiasmo. Um dia em que a sorte vai estar solta no ar. Vale a pena aproveitar essa belíssima configuração astrológica para organizar uma festa, dar a partida em novos projetos ou conhecer gente nova. Os relacionamentos e projetos que começarem neste dia têm tudo para darem muito certo. Vale até a pena arriscar uma aposta na loteria. Como o céu existe para todo mundo, nada garante que alguém ganhará um grande prêmio, mas pelo menos todos vão se divertir muito com a brincadeira.

Como as imaginações vão estar muito ativadas, o dia também é ótimo para todas as atividades criativas.

No dia 23, a qualidade do céu muda radicalmente. O Sol entra no signo de Virgem e faz cair todas as fichas que estavam nos afastando da realidade.

Começa aí um tempo muito mais produtivo, mas nem por isso mais tranquilo. A crítica e a necessidade de controle virginianos vão bater de frente com o espírito caótico e a falta de limites de Netuno em Peixes e de Júpiter em Leão. Mais uma vez será necessário fazer ajustes entre o espírito prático e a necessidade de sonhar e ultrapassar as barreiras de uma realidade áspera e limitadora.

Nessa mesma época, o encontro entre Marte e Saturno no signo de Escorpião passa a funcionar como um freio de mão puxado para todas as atitudes impulsivas ou muito audaciosas. Sem nenhuma razão aparente, vai surgir uma necessidade de pensar antes de agir que, se não for bem dosada, pode se transformar numa força paralisante.

A última semana do mês vai ser colorida por dois aspectos poderosos e interessantes. O trígono entre Vênus e Urano estimula todos os imaginários e pode trazer amores intensos e inesperados. A oposição entre o Sol e Netuno fecha o mês nos obrigando a perceber a distância que separa o mundo em que vivemos do mundo com que sonhamos e que poderia existir.

Esse pode ser um bom momento para descobrir uma maneira concreta de encurtar esta distância. A possibilidade real de nos engajarmos em um projeto coletivo pode ser a luz no fim do túnel que nos leva para uma vida mais significativa.

Quem não estiver disposto a mudar alguma coisa na sua maneira de estar no mundo pode terminar o mês amargando um mau humor desagradável e um profundo sentimento de desilusão.

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segunda-feira, 7 de julho de 2014 Jornalismo astrológico | 16:26

A escalação das estrelas…

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Do ponto de vista da astrologia, o reserva mais tranquilo é exatamente o mais jovem: Bernard

Do ponto de vista da astrologia, o reserva mais tranquilo é exatamente o mais jovem: Bernard.  Foto: Buda Mendes/Getty Images

 

Parece que Felipão está ouvindo a psicóloga da seleção antes de decidir quem vai carregar nas costas a responsabilidade de substituir Neymar.

Faz bem. Equilíbrio emocional vai ser um fator fundamental no desempenho de quem herdar a tarefa de entrar no lugar da maior estrela do time e da grande esperança da torcida.

Os mais pessimistas já anunciaram que a copa está perdida. Os mais otimistas se lembram da substituição de Pelé na copa de 62 que revelou “o furacão” Amarildo, deu mais espaço para o gênio de Garrincha e não impediu a vitória brasileira.

Se a psicóloga for boa e não estiver sentindo também a pressão que envolve essa escolha, pode ter percebido algumas das coisas que a astrologia pode ver.

Analisando o mapa astral dos candidatos ao posto, dá para perceber que William, graças a uma linda Lua em Câncer, é muito emotivo e está profundamente sentido com a contusão do companheiro. Até aí, tudo bem, mas o complicado mesmo é a pressão de Saturno sobre o Sol em Leão do nosso meia-atacante. Uma configuração difícil, que gera insegurança e pode fazer o mais forte dos atletas tremer diante de um desafio importante.

E William já andou se machucando no treino. ..

Outro leonino é Ramires que, por ter nascido no comecinho do signo, já se livrou da quadratura de Saturno, mas, em compensação, tem a mesma Lua em Câncer de William acompanhada por Mercúrio e por Vênus. Se o primeiro é emotivo, o segundo ainda é mais e está sofrendo a pressão brutal de uma oposição de Plutão, o grande multiplicador da força do céu.

É verdade que ele está sob a boa influência de Urano em trígono com o Marte, que pode trazer o sopro de imprevisível que todo mundo está esperando.

Do ponto de vista da astrologia, o reserva mais tranquilo é exatamente o mais jovem: Bernard.

Ele tem o mesmo Sol em Virgem de Júlio César, escoltado de perto por Mercúrio e com o perfeccionismo adoçado pela inspiração de Netuno.

O senhor dos milagres, no signo de Capricórnio, funciona como um filtro para a energia muito forte de Plutão.

Mas, nesse caso, o mais importante são os dois planetas ligados ao emocional, que estão em signos de ar. A Lua em Aquário e a linda Vênus em Libra do mapa de Bernard são muito mais frias do que as que estão em Câncer nos mapas de William e Ramires.

Mas, por favor, não me entendam mal. Eu não disse que elas são melhores, apenas disse que são diferentes. A Lua em Aquário é capaz de um distanciamento emocional que é fundamental numa partida decisiva.

É claro que nada disso decide quem será o escolhido. Quem escala o time é mesmo o Felipão, mas vou torcer para que o escolhido seja o Bernard.

 

 

 

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sábado, 5 de julho de 2014 Sem categoria | 12:24

Neymar, o para-raio da energia de Plutão

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Quando escrevi o texto Os escolhidos de Plutão, que está logo abaixo, já estava preocupada com o menino. Sensível demais para um futebol que ficou muito bruto. A arte perde outra vez para a força. Mas ainda acho que vamos ganhar a copa. Mesmo sem ele. Ou talvez por causa dele. Os outros jogadores vão entrar em campo para vingar o companheiro.

Diário do Planeta é um blog da colunista de Astrologia, Monica Horta, do iG Delas. Aqui você encontra uma análise astrologica de fatos e acontecimentos do mom
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segunda-feira, 30 de junho de 2014 Sem categoria | 10:50

Julio Cesar e Neymar: Os escolhidos de Plutão

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Julio Cesar e Neymar comemoram classificação. Foto: Buda Mendes/Getty Images

Julio Cesar e Neymar comemoram vitória sobre Camarões. Foto: Buda Mendes/Getty Images

 

A classificação do Brasil para as oitavas de final teve a assinatura de Júlio Cesar e de Neymar.

Mesmo num meio tão cheio de desentendimentos desprovidos de qualquer racionalidade, parece que todo mundo concorda com isso. Ou pelo menos, quase todo mundo…

Do ponto de vista da Astrologia, esta é uma bela oportunidade para compreender os efeitos dos trânsitos de um deus muito mal falado:

Plutão.

Se analisarmos o mapa astral de todos os jogadores de todas as seleções com certeza vamos encontrar bons aspectos no céu.

O simples fato de ter sido convocado para a seleção do seu país já significa que o jogador está numa boa fase. Mesmo que não jogue bem ou que seu time seja desclassificado, ele já inscreveu o seu nome na história das Copas do Mundo.

Depois que a bola rola é que vai dar para ver de que forma as configurações celestes vão se manifestar. Para o céu não existe bom nem mau. Só tem fraco, forte, muito fraco ou muito forte.

No caso da nossa seleção ninguém pode ter dúvida de quem é a influência mais forte: é de Plutão, o planeta da morte, da cura, do renascimento, das grandes vitórias e dos grandes fracassos.

É muito difícil dizer o que vai acontecer sob o efeito de um trânsito de Plutão, mas dá para afirmar com tranquilidade que a vida vai mudar a partir daí.

Júlio Cesar e Neymar estão iluminados por essa energia.

Como Plutão é um planeta muito lento, vai passar a Copa toda no mesmo lugar. O décimo terceiro grau de Capricórnio.

De lá ele manda um estímulo ao mesmo tempo forte e tranquilo através de um trígono com a mais bela configuração do mapa de Júlio César: a conjunção entre o Sol e Vênus no signo de Virgem.

Numa leitura quase literal, pode-se falar da reconstrução de uma auto estima que tinha sido violentamente atingida pela oposição entre Netuno e Mercúrio em 2010. Essa configuração atrapalha a avaliação da realidade e acaba com a possibilidade de movimentos precisos. Fatal para um goleiro.

Mas seja lá o que venha agora, Júlio Cesar vai lidar com uma autoconfiança renovada e poderosa. Fundamental para um goleiro.

No caso de Neymar, a ativação é diferente e muito mais forte. Talvez até forte demais. Em vez da suavidade do trígono, a intensidade da conjunção.

Plutão está ativando a parceria entre Júpiter e Vênus, dois planetas benéficos, que é uma das joias do mapa desse menino. Ela oferece uma enorme confiança no próprio talento independente de circunstâncias exteriores. E a capacidade de se reconhecer amado e de se sentir merecedor do amor que recebe.

Ao mesmo tempo Netuno, o planeta dos sonhos e do glamour se encontra e ativa a supersensibilidade da Lua em Peixes do mapa de Neymar.

É daí que vem essa capacidade flagrante de funcionar como uma tela em que a torcida projeta seus próprios sonhos e desejos. A marca registrada do ídolo.

Mas esse conjunto de dons também traz preocupações. Se o mundo já não foi feito para os sensíveis, o que se dirá do futebol?

Mais uma vez, o futebol-arte vai bater de frente com o futebol-força.

Vai ser preciso torcer para que a capacidade de regeneração que vem de Plutão e a boa sorte que vem de Júpiter e Vênus protejam o nosso jovem e estiloso camisa 10.

 

 

 

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quarta-feira, 11 de junho de 2014 Jornalismo astrológico | 15:19

Os reservas do céu ou O segredo de Neymar

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Neymar está envolto pela energia de Netuno, o planeta dos milagres. Foto: Buda Mendes/Getty Images

Neymar está envolto pela energia de Netuno, o planeta dos milagres. Foto: Buda Mendes/Getty Images

Além dos 11 jogadores que vão passar a copa quicando no banco dos reservas, nossa seleção vai contar com o apoio de cinco craques que não foram convocados, mas também vão entrar em campo.

Os cinco jogam num time poderoso, que nem todo mundo conhece. Eles vestem a camisa do céu. Vênus, Júpiter, Netuno, Urano e Plutão, vão interferir diretamente no desempenho dos nossos jogadores.

Os dois primeiros são chamados de benéficos porque transferem para os seus escolhidos uma confiança no próprio talento que é um ingrediente indispensável para um time vitorioso.

O mais poderoso deles é Júpiter que vai passar a copa inteira no final do signo de Câncer em perfeita harmonia com o Sol do nosso técnico que está no décimo oitavo grau do signo de Escorpião.  Não é a toa que ele anda tão animado.

Felipão ainda conta com a ajuda da criatividade rara de Urano, o planeta das ideias que surgem com a rapidez de um raio e mudam completamente uma situação. Urano está no signo de Áries estimulando o audacioso Marte em Sagitário do nosso treinador. Vai ajudar a tomar decisões rápidas e às vezes inesperadas, como a de trocar um jogador exatamente na hora certa.

Esse mesmo Urano está atuando sobre o Marte de Ramires e sobre o Sol de William. Os dois podem ser a carta na manga de Felipão e saírem desta Copa muito mais conhecidos do que entraram.

Outro planeta benéfico é Vênus, que está muito bem colocada no signo de Touro, uma área do céu que ela mesma comanda. De lá, ela vai favorecer os taurinos Daniel Alves, David Luis e Marcelo. Fred, Dante e Henrique também pegam carona nessa cauda de cometa porque nasceram em Libra, o outro signo regido por Vênus.

Mas o nosso mais importante reserva do céu é Plutão, o planeta do poder, o “grande rico” que tanto tira como dá a fama e a fortuna.

Como é um planeta muito lento vai passar a Copa toda no mesmo lugar em que está agora. O décimo terceiro grau de Capricórnio.

Um dos que está recebendo a energia desse gigante do céu é Júlio César que tem o Sol, Vênus, Mercúrio e Saturno no signo de Virgem, aquele que refina a técnica e exalta a importância da experiência.

Plutão também está multiplicando a força do chute de Daniel Alves, que tem o Sol e Marte no signo de Touro, e melhorando o controle de bola de Thiago Silva que tem Mercúrio nessa reta.

Mas o seu efeito até agora mais visível é sobre Neymar. O nosso camisa 10 nasceu no signo de Aquário, mas tem Marte, Vênus, Urano e Netuno no signo de Capricórnio, exatamente no lugar onde Plutão resolveu estacionar. E todos estão em harmonia com Júpiter, que está no signo de Virgem. Uma configuração poderosa que junta técnica, coragem e inspiração.

Como se isso não bastasse, Neymar ainda está envolto pela energia mágica de Netuno, o planeta dos milagres, que está em conjunção exata com a musical Lua de Peixes do menino do Santos que agora é do Barcelona.

O planeta dos sonhos que trouxe um grande amor e vai fazer Neymar jogar como se fosse um bailarino e encantar a torcida. Tanto a nossa como a do resto do mundo…

Isso tudo quer dizer que vamos ganhar essa Copa?

Infelizmente isso não garante nada. Os atletas do céu atuam sobre todas as seleções e seria preciso analisar cada uma delas para afirmar uma coisa como essa.

Mas dá para dizer que vamos jogar bonito. E não se pode esquecer de que a astróloga também é torcedora…

 

 

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segunda-feira, 2 de junho de 2014 Jornalismo astrológico | 18:34

Joaquim Barbosa e o julgamento do céu

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Joaquim Barbosa divide opiniões e nunca foi unanimidade mesmo entre seus pares

Joaquim Barbosa divide opiniões e nunca foi unanimidade mesmo entre seus pares

A pele e a capa negras parecem ter muitos significados. Para uns, Joaquim Barbosa é o paladino da justiça. Para outros, o juiz autocrático, movido pelo ódio e pelo ressentimento.  Nem entre os seus pares ele encontrou acolhida e unanimidade.  O ainda presidente do STF é, no mínimo, uma figura polêmica.

Do ponto de vista da astrologia, um homem contraditório, esmagado, ou ao contrário, estimulado, por trânsitos astrológicos muito complicados.

Mais uma vez, é importante que se diga que o céu não tem moral. As tensões astrológicas atuam fortemente sobre a maneira com que as pessoas percebem e reagem aos estímulos externos, mas não impõem atitudes certas ou erradas.

A escolha entre o bem e o mal está inteiramente na área do livre arbítrio.

O que o céu determina é o estilo com que cada um vai exercer suas escolhas.

Com o Sol no signo de Libra e a Lua no signo de Aquário, Joaquim Barbosa tinha tudo para ser um homem frio e rigidamente apegado às normas e à letra da lei.

A postura formal e o apego à liturgia da função que se expressa nos movimentos amplos da toga são verdadeiros, mas não conseguem esconder uma natureza apaixonada gerada pelos quatro planetas que estão no signo de escorpião: Vênus, Saturno, Mercúrio e Netuno.

Sem conhecer a hora do nascimento, fica difícil saber em que área da vida cada uma dessas configurações se manifesta, mas os eventos que transformaram Joaquim Barbosa num superstar da justiça brasileira mostram o estilo de comportamento que adotou quando viu diante de si a possibilidade de se transformar numa celebridade.

Um estilo que foi, e ainda está sendo, exagerado pelas mesmas influências astrológicas que estão transformando o mundo.

EM 2003, FOI INDICADO PARA O STF SOB INFLUÊNCIA DE UM TRÂNSITO DIFÍCIL

Em 2003, quando foi indicado para o Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa estava sob a influência de uma conjunção entre a Lua e Netuno, um trânsito difícil, que superativa o imaginário e pode levar a avaliações distorcidas dos acontecimentos à sua volta.

Uma super sensibilidade que pode fazer alguém se sentir ofendido por qualquer pessoa que tenha o poder de interferir na sua vida.  Sob essa influência deve ter sido difícil pedir a José Dirceu, que na época era o Chefe da Casa Civil do governo, que apoiasse a sua nomeação.

Esse é um tipo de trânsito que só acontece uma vez na vida e que dura muito tempo. Um trânsito que continuava atuando em 2006 quando o então já ministro do Supremo recebeu a relatoria do processo que ficou conhecido como “mensalão”.

A MARCA REGISTRADA DE PLUTÃO NOS DESENTENDIMENTOS QUE MARCARAM SUA GESTÃO

Em 2012, quando assumiu a presidência do STF, Netuno já tinha se afastado da Lua, mas Saturno tinha voltado ao lugar em que estava no momento do nascimento e Plutão, um planeta que se relaciona com a maneira com que lidamos com o poder,  tinha chegado a um dos pontos mais sensíveis de um mapa astral:  a “cabeça do dragão”, que é um dos polos do eixo que rege os relacionamentos.

A série de desentendimentos que marcaram a gestão de Joaquim Barbosa tem a marca registrada de Plutão que, nessa mesma época, começou a desafiar o que poderia ser um diplomático Sol em Libra.

Quando faz um aspecto tenso com qualquer planeta, Plutão funciona como uma lente de aumento que mexe com proporções e transforma  qualquer tipo de crítica ou discordância em ataques violentos.  Se o planeta atingido é o Sol, o ego fica hiperdimensionado e pode reagir com fúria a acontecimentos que, em outras circunstâncias, seriam considerados normais ou, pelo menos, possíveis de lidar.

Foi sob uma quadratura como essa que Fernando Collor foi eleito presidente do Brasil e depois foi afastado de maneira dramática.

Lidar com uma quadratura de Plutão é tarefa dificílima para qualquer ser humano e mais difícil ainda para quem tem uma vida pública.

As tensões foram se acumulando e no começo deste ano atingiram um ponto máximo quando outro gigante do céu resolveu entrar na dança.  Urano, o planeta que está presente em todas as rebeliões, passou a fazer uma oposição ao Sol de Joaquim Barbosa.

Uma das características mais marcantes dos trânsitos difíceis de Urano é a imensa dificuldade de lidar com qualquer tipo de frustração.  A simples possibilidade de ter uma decisão contestada e modificada pelo conjunto do tribunal se tornou uma ameaça insuportável.

Com esse panorama astrológico, a aposentadoria precoce não é nada surpreendente.  Não deixa de ser uma tentativa de sair do olho do furacão e encontrar um pouco de paz.

Mas até 2016, Urano e Plutão vão continuar transformando o mundo e pressionando o céu de Joaquim Barbosa.

Só muito depois disso, ele vai poder olhar para trás e avaliar o que aconteceu realmente nesse período tão conturbado. A história vai fazer a mesma coisa.

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segunda-feira, 19 de maio de 2014 Jornalismo astrológico | 15:35

O céu da Copa: desempenho técnico das seleções vai deixar a desejar na primeira fase

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mapa natal Copa do Mundo

Mapa Natal no momento da abertura da Copa do Mundo, em 12 de junho

Previsões sobre futebol são tão impossíveis como previsões eleitorais. Assim como diz um velho ditado: de pata de cavalo, cabeça de juiz e barriga de mulher nunca se sabe o que vai sair…
Imaginem só quando uma coisa está misturada com a outra. A Copa do Mundo de 2014, que poderia trazer a revanche de 1950, vai acontecer em um ano eleitoral em que a paixão pelo futebol, que é simples e direta, está sendo perturbada pelas paixões políticas, que são complicadas e indiretas.
Um pouco parecido com o que aconteceu em 1970, um dos períodos mais duros da ditadura militar, quando os militantes políticos, tanto os presos como os que lutavam na clandestinidade, se dividiram entre os que achavam que deviam torcer contra a seleção brasileira porque a ditadura iria se aproveitar de uma vitória e os que acreditavam que torcer era inevitável e que a vitória fortalece mais do que a derrota.
Nesse ano, o Brasil foi tricampeão e a alegria do povo não atrapalhou em nada o processo libertário que ainda era muito frágil, mas já estava brotando às escondidas.
A Copa de 2014 vai começar sob um céu turvado pelas nuvens escuras da possibilidade (real) de acontecimentos violentos, mas iluminado pelo otimismo meio sem limites de uma lua em Sagitário em harmonia perfeita com a Vênus em Leão que aparece no mapa astral do Brasil.

SOB MERCÚRIO RETRÓGRADO, A CONCENTRAÇÃO DIMINUI E A DISPERSÃO AUMENTA

O complicado é que toda a primeira fase da Copa vai acontecer com Mercúrio, o planeta que está mais diretamente ligado à capacidade de controlar os movimentos dos pés, um dos pilares do futebol, aparentemente andando para trás.
Quando isso acontece, a capacidade de concentração diminui, a dispersão aumenta e todas as formas de comunicação ficam atrapalhadas.
Se somarmos isso à quadratura entre Plutão e Marte, um dos aspectos significadores de violência, podemos esperar um clima de guerra em que os meios de comunicação vão ter papel fundamental.
Esse tipo de problema está no céu e atinge a todas as seleções que vão disputar o mundial. É melhor não esperar muita coisa do desempenho técnico que vai ser mostrado na primeira fase da Copa. Dito de outra forma: vai ter muito perna de pau se achando o máximo no começo da competição. Se o choro é livre, o sonho também é…

MUITO ATIVADO, IMAGINÁRIO COLETIVO PODE LEVAR A COMPORTAMENTOS EXTREMOS

Mas existem configurações astrológicas que atingem diretamente a torcida brasileira. A mais importante é a tensão entre Netuno e a Lua do mapa astral do Brasil. A quadratura dos loucos e dos artistas. Um sinal de que o imaginário coletivo está muito ativado e pode levar a comportamentos extremos, os comportamentos de massa. Que podem se manifestar tanto no sentido negativo como no positivo. São as chamadas “olas”, ondas que um começa e vão se espalhando por toda parte.
É importante notar que, no mapa astral do Brasil, Mercúrio tem importância fundamental. É o regente do nosso Sol, que está em Virgem, e da nossa Lua, que está em Gêmeos.
O fato de Mercúrio estar retrógrado na primeira fase da copa e no signo de Câncer, que já é por natureza nostálgico, diz que as memórias vão ser muito interferentes e que a torcida, mesmo que não tenha consciência disso, vai começar a competição esperando da nossa seleção um desempenho tão bom como o da seleção de 70, que foi chamada de melhor seleção de todos os tempos. Um excesso de imaginação que pode distorcer a percepção da realidade. Ou a avaliação que se faz do futebol moderno.

CLIMA NOSTÁLGICO FARÁ LEMBRAR GOLS DE PELÉ, RIVELINO E JAIRZINHO

Talvez por isso, no começo da Copa, as lembranças dos gols de Pelé, Rivelino e Jairzinho vão estar presentes como fantasmas empanando os desempenhos de Fred, Neymar e de quem quer que esteja vestindo a camisa da seleção canarinho.
Os maiores inimigos da nossa torcida, na primeira fase da copa, vão ser a memória e a imaginação.
Mas estas são duas funções regidas por Vênus, que vai estar lindíssima no signo que ela mesma rege: Touro.

Em si isso já é um bom sinal, mas o melhor é que ela vai estar em perfeita harmonia com o Sol em Virgem do mapa do Brasil. Um bom augúrio. Por trás do pessimismo defensivo vai estar um otimismo meio envergonhado.

mapa da sinatria

Mapa da sinastria entre o momento da independência do Brasil e a abertura da Copa do Mundo de 2014

Com todas as queixas e com todos os problemas, quando a bola rolar os brasileiros vão sentir aquela ansiedade boa, aquela alegria poderosa de estar vendo e torcendo por mais uma Copa do Mundo. Uma oportunidade que aparece a cada quatro anos, de reunir os amigos e de sentir brasileiro.

É sob esse céu que a Copa começa, mas as coisas mudam de figura na segunda fase.
Mas isso vai ser assunto de outro post.
Por enquanto é tirar a camisa verde amarela do armário. Se for o caso, comprar uma nova.
Pelo menos nessa Copa não vamos ter as vuvuzelas, lembram?

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quarta-feira, 14 de maio de 2014 Jornalismo astrológico | 16:00

Estamos vendo uma das mais forte Luas Cheias do ano – contemple sua luz, não se deixe levar pelo pessimismo

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lua cheia de touro

A luz da Lua Cheia afasta o ancestral medo do escuro e deixa que a nossa capacidade de sonhar se manifeste

Tem dias em que o céu está mais bonito e outros em que está mais feio.

Tem dias em que o céu está azul e tem outros em que está triste, cinzento. Tem ainda os dias em que ele está escuro e dá medo.

Se de dia já é assim, imagine de noite.

Por isso as Luas Cheias são sempre festejadas e admiradas até mesmo por quem não costuma olhar para o céu.

A Lua Cheia é a luz que afasta o ancestral medo do escuro e deixa que a nossa capacidade de sonhar se manifeste. De sonhar com o amor ou com a riqueza; com a saúde ou com a juventude. E de se lembrar do passado, tanto das alegrias como das dores. Nesse caso, propicia não só a capacidade de sonhar, mas a de sentir de novo. Um dom que se chama compaixão.

Todo mês aparece uma das muitas Luas Cheias do ano, mas cada uma tem um jeito diferente. Algumas trazem sonhos alegres, com amores coloridos e uma prosperidade luxuosa.  Trazem lembranças dos momentos em que fomos felizes.

Outras trazem sonhos que fazem sofrer e duvidar da nossa capacidade de resolver os problemas materiais…

E  nós estamos vendo uma das mais fortes Luas Cheias do ano.

ESTE ANO NINGUÉM PARECE ANIMADO PARA FESTEJAR A LUA CHEIA DE TOURO

Como o Sol está em Touro e a Lua em Escorpião, estamos  no tempo do Vesak, a grande festa budista que celebra o nascimento, a morte e a iluminação do homem que passou a vida dizendo que o mundo material é só uma ilusão, Maia, que esconde a consciência de um outro mundo, sempre em mutação. Por isso é melhor ninguém se apegar demais ao que tem no presente. Tanto física como emocionalmente. Ou mesmo espiritualmente.

No Oriente, a Lua Cheia de Touro é sempre uma festa.

Mas esse ano parece que ninguém está muito animado para festejar.

Saturno, que muitos chamam de “Senhor do Karma”, está muito perto da Lua. Quando ele está nessa posição, funciona como um filtro dos sonhos pelo avesso. Só deixa passar as recordações dos momentos em que faltou alguma coisa importante na nossa vida.

A lembrança pode ser só a de um momento em que a mãe se afastou do  berço por dez minutos  e deixou que o bebê sentisse o  medo do abandono e até mesmo da morte: um bebê abandonado morre. Nesses casos, a lembrança vem escondida debaixo dos véus do inconsciente.

A lembrança pode envolver também perdas mais recentes e acordar um sentimento complicado e difícil de lidar: o ressentimento. Que vai encontrar terreno fértil para se desenvolver no signo de Escorpião.

Por tudo isso, vai ser ótimo contemplar a Lua Cheia, mas é preciso não se deixar levar pelo pessimismo ou pela melancolia que pode querer tomar conta das coisas.

PEÇA AJUDA E ACEITE SEM ARROGÂNCIA A ORIENTAÇÃO DE OUTRA PESSOA

Também é preciso tomar cuidado com as previsões assustadoras…  Acontecem coisas boas e ruins o tempo todo. Com qualquer céu.  O que faz a diferença é a maneira com que lidamos com elas.

O Sol em Touro e a Roda da Fortuna indicam o caminho para viver bem o  dia de hoje.  Os dois estão juntos na casa 7, aquela onde estão registrados efeitos das relações a dois que já tivemos na vida. Com a Roda da Fortuna na casa do outro, é preciso saber pedir ajuda e aceitar sem a arrogância a orientação de outra pessoa. Mesmo que seja alguma coisa que você nunca tenha experimentado.

Para nossa sorte, Vênus está no signo de Áries, em conjunção quase exata com Urano, o planeta do imprevisível, e promete nos fazer gostar de tudo que seja diferente, que seja novo.

Quanto às nuvens cinzentas da Lua em conjunção com Saturno, elas passam logo.

Na madrugada do dia 15 a Lua vai entrar  em Sagitário, fazer uma parceria com Vênus e  criar um clima para lá de animado….

 

 

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